Prova do concurso da Petrobras começa dia 7 de março
Redação
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O concurso é destinado ao preenchimento de 819 novas vagas para nível médio e superior e as provas objetivas ocorrerão em 21 cidades do país. A remuneração mínima inicial varia de R$ 1.647,19 a R$ 5.685,07. Entre os benefícios, a Petrobras oferece previdência complementar (opcional), plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício farmácia) e benefícios educacionais para dependentes, entre outros.
Os processos seletivos da Petrobras seguem a política de ingresso sistemático de novos empregados. Até 2013, a empresa deve admitir cerca de 8 mil pessoas e ter em seu quadro de pessoal mais de 64 mil empregados.
Clique aqui e veja a relação de inscritos no concurso, por cargo e polo.
Mais informações sobre os processos seletivos podem ser conferidas no site da Petrobras (www.petrobras.com.br) ou no da Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br).
Petrobras lança concurso para nível médio e superior, com variação salarial de R$ 1,6 mil a 5,6 mil
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As inscrições estarão abertas de 12 a 29 de janeiro e poderão ser feitas através do site da Cesgranrio. Para nível médio, a taxa de inscrição é de R$ 27,00. Para nível superior, R$ 40,00.
Podem concorrer candidatos de nível técnico/médio para os cargos de inspetor de segurança interna júnior, técnico de administração e controle júnior, técnico de contabilidade júnior, técnico de estabilidade júnior, técnico de exploração de petróleo júnior (eletrônica, geodésia e geologia), técnico de informática júnior, técnico de inspeção de equipamentos e instalações júnior, técnico de logística de transporte júnior (controle e operação), técnico de manutenção júnior (elétrica, eletrônica, instrumentação e mecânica), técnico de operação júnior, técnico de projetos, construção e montagem júnior (edificações, elétrica, eletrônica, estruturas navais, instrumentação, máquinas navais e mecânica), técnico de segurança júnior, técnico de suprimento de bens e serviços júnior (administração, elétrica e mecânica), técnico de telecomunicações júnior e técnico químico de petróleo júnior.
Os candidatos de nível superior podem concorrer aos cargos de advogado júnior, analista ambiental júnior (biologia e oceanografia), analista de sistemas júnior (engenharia de software, infraestrutura e processos de negócio), auditor júnior, bibliotecário júnior, contador júnior, dentista júnior, enfermeiro do trabalho júnior, engenheiro civil júnior, engenheiro de equipamentos júnior (elétrica, eletrônica, inspeção, terminais e dutos), engenheiro de meio ambiente júnior, engenheiro de produção júnior, engenheiro de segurança júnior, engenheiro de telecomunicações júnior, engenheiro naval júnior, estatístico júnior, geólogo júnior, médico do trabalho júnior, nutricionista júnior, psicólogo júnior e químico de petróleo júnior.
As provas serão realizadas em 21 cidades do país. As datas das provas e das demais etapas do concurso podem ser consultadas no edital.
A remuneração mínima inicial varia de R$ 1.647,19 a R$ 5.685,07. Entre os benefícios, a Petrobras oferece previdência complementar (opcional), plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício farmácia) e benefícios educacionais para dependentes, entre outros.
Até 2013, a empresa deve admitir cerca de 9 mil pessoas, com objetivo de atender às demandas do Plano de Negócios 2009-2013, que prevê investimentos de US$ 174,4 bilhões nesse período.
Funcionários aposentados da Petrobras podem compor quadro da Petro-sal, afirma Gabrielli
Brasília, 19:06 6/10/2009 - A equipe que formará o quadro de pessoal da Petro-sal, empresa que será criada para gerenciar a parte da União na partilha do petróleo da camada pré-sal, deverá incluir ex-funcionários aposentados da Petrobras. Essa foi a avaliação que o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, fez hoje (6), em audiência pública na Câmara dos Deputados.
Segundo ele, o Brasil tem poucos profissionais qualificados para o tipo de função que será exercida pela Petro-sal e, por isso, os aposentados devem ser chamados inicialmente. “Essa empresa é pequena - com pouco mais de 100 funcionários - que tem que convocar gente altamente especializada, que é um conjunto pequeno de pessoas no Brasil. Como não podem ser pessoas da ativa da Petrobras, nem podem ser das empresas privadas, eu imagino que o recrutamento inicial será entre os aposentados existentes na área e, ao longo do tempo, o mercado criará novos profissionais treinados”, disse.
De acordo com Gabrielli, não há problemas éticos em convidar ex-funcionários da Petrobras para trabalhar na nova estatal - que terá, por exemplo, poder de veto sobre projetos da própria Petrobras e fiscalizará a parte que cabe à União no petróleo extraído por ela - porque eles não têm mais contrato com a estatal petrolífera. “Você não pode vetar um geofísico de exercer seus conhecimentos porque ele já foi funcionário da Petrobras”, afirmou.
O presidente da Petrobras também comentou a divisão dos royalties do petróleo, que tem causado polêmica entre os estados produtores e os outros. Ele disse que a empresa pagará o que a lei mandar. Pessoalmente, contudo, Gabrielli afirmou concordar que o Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo fiquem com uma fatia maior dos royalties e participações. “Essa é uma discussão federativa que alguns estados, a meu ver como cidadão, de forma correta, querem participar mais na distribuição desses recursos. Mais do que a atual legislação concentra nos estados produtores”, afirmou.
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Estagiários x CLT: qual a melhor forma de contratar?
Simone Domingues*
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Para se contratar um estagiário é necessário que ele esteja cursando o ensino médio, técnico ou o superior. Ele ainda deve compartilhar o horário de estágio com o horário determinado na instituição de ensino, em que está regularmente matriculado, e ter o direito ao vale-transporte. “A Lei do Estágio 11.788, de 25 de Setembro de 2008, estabelece que seja feito um contrato escrito, entre o estagiário, a instituição de ensino e o contratante. A empresa deve regularizar a situação do estagiário perante a Previdência Social e providenciar o seu seguro contra acidentes pessoais”, explica Simone.
Já os funcionários contratados em regime CLT - Consolidação das Leis do Trabalho são regularizados através da Lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943, que unificou a legislação trabalhista e garante os direitos ao trabalhador tais como férias uma vez ao ano remunerada, 13º salário, FGTS, licença maternidade e doença, adicional em horas extra, entre outros benefícios.
Simone Domingues ressalta que a melhor maneira de contratação é aquela em que o empregador e o funcionário evitam perdas. “A contratação por CLT é uma segurança para o funcionário, pois o quando ele está sabendo que tem os seus direitos garantidos trabalha mais satisfeito, porém para a empresa manter o funcionário registrado pela CLT é mais custoso”, diz. Mas, contratar um estagiário tem as suas vantagens, pois além de ter um custo bem mais baixo, não requer vínculo trabalhista e o contrato pode ser rescindido sem prévio aviso pelas duas partes. E ao término do contrato, o estagiário tem direito a um certificado de conclusão.
De acordo com Simone, tanto o empregador como o empregado devem estar orientados quanto a melhor forma de contratação. “Nessas horas os escritórios de contabilidade podem dar orientações. A contabilidade pode facilitar o dia-a-dia das companhias fazendo todos os registros, cálculos dos impostos e enviando os documentos prontos para o empregador”, acrescenta Simone.
* Sócia e Contadora da Trade Contabilidade
Você ficou desempregado?
Gente,
Parece que a coisa vai ficar feia. As grandes empresas brasileiras estão aproveitando a deixa da Crise para justificar demissão em grande escala. A Petrobras, segundo fontes internas, está dispensando os terceirizados em níveis crescentes. Já cortou muitos gastos internos e parece que a “foice” está afiada e mais cortes serão feitos. Você sabe de alguma coisa? Diga pra gente. Aqui vc pode falar.
Você acha que o Prominp funciona mesmo?
Oi, pessoal!
Temos ouvido ultimamente várias reclamações de quem cursa o Prominp de que a coisa não está funcionando bem. Quem fez o curso e ganhando até louvor sequer foi indicado ou chamado por nenhuma empresa. Tem gente que fala que passou na prova do Prominp há mais de um ano e até agora não foi chamado para começar o curso. Nós gostariamos de saber se você que cursou o Prominp gostou ou não. Você tem algum elogio ou alguma queixa? Registre aqui sua opinião. Estamos aguardando.
Agora vai, mesmo?
Parece que agora vai… A diretoria da Transpetro convocou a imprensa para a assinatura do contrato de US$ 1, 2 bilhão para construção, em Pernambuco, dos primeiros 10 navios-petroleiros previstos na fase inicial do Programa de Modernização e Expansão da estatal. Do valor total dos contratos, 90% têm prioridade para financiamento à produção pelo Fundo da Marinha Mercante. A previsão é que o primeiro navio será entregue em 30 meses após o início efetivo do contrato. Após esse prazo, serão entregues as outras embarcações a cada quatro meses. O consórcio Atlântico Sul, encarregado do contrato, é formado pelas empresas Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Aker Promar e Samsung. Eles também serão encarregados de dar vida ao estaleiro virtual, tão criticado durante a fase inicial de licitação.
A primeira fase do programa da Transpetro prevê a construção de 26 petroleiros. A solenidade de quarta-feira será realizada no Complexo Industrial Portuário de Suape, com a presença do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli, e do presidente da Transpetro, Sergio Machado.
Com ou sem estaleiro virtual, vamos torcer muito para que esta primeira fase se consolide e permita que se vislumbre a realização da segunda fase. Resta saber se as picuinhas políticas deixarão os negócios fluirem na maré do mercado. A aposta está feita!
Tá difícil!
Gente, do jeito que a coisa está indo na América Latina, especialmente quando se fala na área de petróleo, vai ficar difícil atrair novos investimentos privados, especialmente aqueles oriundos da Europa e dos EUA. A Bolívia nacionalizou tudo. A Venezuela diz que vai seguir o mesmo caminho. E agora o presidente de Honduras, Manuel Zelaya, tomou posse (temporária) de terminais de armazenamento de petróleo da Exxon e da Chevron. Enraivecido, ordenou a ação após não chegar a um acordo com as duas petrolíferas, e com a local DIPPSA, para arrendar os terminais.
Embora tenha tido uma recaída com a recente suspensão provisória do projeto de concessão de rodovias federais, todos sabemos por aqui que o governo federal e, por extensão, a Petrobras não pretende seguir o mesmo caminho, ao menos, por enquanto. (Se bem que a suspensão da última rodada de licitações da ANP deixou muita gente com pé atrás)
Mas, enfim, a leitura de quem está fora do continente, infelizmente, é a de que a América Latina é tudo uma coisa só. Ou seja, para eles, é tudo farinha do mesmo saco. E aí… pagaremos pelo que não fizemos. Assim, não vêm novos empregos, novas tecnologias e mais desenvolvimento para a indústria local. É lastimável. Esperamos que seja um mal passageiro, coisa de momento, dá e passa.
Olha o Chávez de novo!
Parece que o efeito Morales subiu à cabeça do presidente venezuelano, Hugo Chávez. Ele também quer privatizar os setores de telecomunicações e de energia. Na segunda-feira, ele prometeu nacionalizar a maior empresa de telecomunicações do Caribe, a CANTV.
De roldão, disse ainda que estenderá o processo aos projetos de pré-refino de petróleo no Cinturão do Orinoco que serão transformados em “propriedade do Estado”.
O presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, diz que não há com que se preocupar. “Não é surpresa para ninguém” que Chávez iria “aumentar a participação do Estado sobre as riquezas” do país, disse Gabrielli.
Não sei não. Mas parece que Chávez vai aprontar mais uma. E como ficará o projeto da refinaria de Pernambuco, na parceria entre PDVSA e Petrobras, além de outros tantos investimentos em curso pela estatal brasileira no país vizinho.
É pra ficar com pulga - e bota pulga nisso - atrás da orelha.
Onde tem fumaça…
Que coisa estranha os processos de licitação da P-57, suspenso na semana passada, e da P-55, ainda sub judice. A Comissão de Licitação da Petrobras vai dizer se valeu ou não o desconto de 4% oferecido pelo grupo vencedor encabeçado pela Keppel Fels e que reúne também a Technip, Odebrecht e UTC, logo após ter apresentado oferta que já era vencedora de US$ 1,65 bilhão, por ser 10% inferior à outra proposta do oponente.
Certamente, vai ter apelação da parte do consórcio perdedor, o Atlântico Sul, composto pelas empresas Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão e Iesa, que também perdeu a P-57 por ter feito, pelas contas da Petrobras, uma oferta exorbitante de US$ 1,8 bilhão, quando esperava algo em torno de US$ 1 bilhão.
O governo gaúcho tampouco quer perder duas seguidas. E já trama nos bastidores ação política para ganhar ao menos um dos dois projetos, que movimentam cada um deles acima de US$ 1,5 bilhão. É muita grana para ser desprezada. Com tanta pendenga, dá para ficarmos apreensivos. Vem muita briga, disputa judicial por aí. Quem perde com isso? Todos nós, num efeito cascata arrasador.
A Petrobras vai ter que abrir mais a discussão em torno destes dois processos, dada a importância que merecem e com o devido apreço que cabe à indústria e aos profissionais nela envolvidos. É aguardar para ver.
PS: Agradeço ao nosso leitor Alexandre Cardoso e reproduzo o seu comentário na íntegra, e torcemos que esses impasses se resolvam pelas forças de mercado, e não pelo conchavo político:
Os preços da P-57 já estão convergindo. Uma fonte do CAS me disse que a Petrobras aceita por US$ 1,2 bi e o CAS fecha por US$ 1,6 bi. Algo me diz que vamos chegar a US$ 1,4 bi. Semana passada o presidente do Jurong Shipyard veio ao Brasil dizer ao Gabrielli e ao Duque que consegue fazer as duas plataformas por US$ 2,4 bi, desde que em Cingapura. Como os dois vão sair depois da eleição para presidente da Câmara, nenhum deles quis se estender muito na reunião e o cingapuriano ficou falando sozinho. A bomba fica para a próxima diretoria, que será do PMDB, apesar da choradeira da Dilma.
